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23 de maio de 2024

Livro “Floripa Inteligente” fala sobre transformação das cidades e qualidade de vida

Será lançado nesta quarta-feira, às 19h, no Top Market, o livro “Floripa Inteligente”, que nasceu de uma inquietação sobre o futuro das cidades diante de desafios gigantescos para garantir desenvolvimento sustentável e qualidade de vida aos seus moradores.

A obra, que é resultado da dissertação de mestrado defendida por Rafael de Lima na Unisul em 2021, faz um resgate sobre o surgimento do conceito de smart cities, apresenta os conceitos de quem vem estudando sobre o tema, compara modelos adotados em outros países e, por fim, cria uma proposta para tornar Florianópolis mais “inteligente”. É um modelo com sete categorias, 20 indicadores e 74 subindicadores.

Com base na análise das teorias acadêmicas e de 11 experiências internacionais, entre elas de Barcelona, na Espanha, o livro trata sobre os principais desafios que envolvem o processo de transformação das cidades. “As pessoas estão no centro das cidades inteligentes”, afirma Rafael, que destaca a importância de uma radiografia sobre as demandas de cada ecossistema, o uso da tecnologia e a união de governos, sociedade organizada e população nessa jornada.

De acordo com o coordenador do Programa de Pós-Graduação da Unisul, professor Baltazar Andrade Guerra, “o trabalho oferece insights valiosos para a estruturação de indicadores no desenvolvimento de um plano para cidades inteligentes, contribuindo significativamente para o diálogo global sobre urbanização sustentável e inovação tecnológica”. Na mesma linha, o professor Leonardo Secchi, que participou da banca do mestrado, considera que o livro “traz uma contribuição muito importante na consolidação de um planejamento integrado para que Florianópolis se transforme numa cidade inteligente”.

“Posso dizer com tranquilidade que Florianópolis está no caminho certo: percebeu logo que precisava de soluções inovadoras, buscou dados confiáveis para a construção de políticas públicas, priorizou a desburocratização para estimular empreendimentos privados e mudou a legislação que normatiza o planejamento urbano, entre outras iniciativas”, aponta Rafael.

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